A Casa Caiu: O Erro Fatal que Levará Brazão de Volta à Prisão

Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-deputado federal Chiquinho Brazão terá de justificar um possível descumprimento das condições de sua prisão domiciliar. O ex-parlamentar figura como réu no processo criminal que apura as mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, um crime que aconteceu em 2018 na capital fluminense.
A medida foi tomada depois que a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro comunicou ao STF sobre um alerta emitido pelo sistema de monitoramento eletrônico. Segundo o órgão, a tornozeleira de Brazão indicou que ele ultrapassou o perímetro autorizado em três ocasiões no início do mês: nos dias 2, 3 e 4. Conforme a deliberação do ministro, a defesa do ex-deputado dispõe de um prazo de 48 horas para apresentar os devidos esclarecimentos sobre o ocorrido. Moraes alertou de forma contundente que, caso a justificativa não seja satisfatória, a prisão domiciliar poderá ser revogada, resultando em seu retorno imediato ao regime fechado.
Além de Chiquinho Brazão, outros indivíduos também são réus na mesma ação penal no STF. Entre eles estão:
- Domingos Brazão, seu irmão e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ);
- Rivaldo Barbosa, que foi chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro;
- Ronald Paulo de Alves Pereira, major da Polícia Militar.
Todos os acusados enfrentam imputações por homicídio e formação de organização criminosa, e permanecem presos por ordem do ministro Alexandre de Moraes.


